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Lançamento do Selo Rendas Brasileiras acontece nessa quarta-feira, às 16 horas

Se você, assim como o Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), o Sebrae e os Correios, também valoriza o artesanato brasileiro, não deixe de participar do evento de lançamento do Selo Rendas Brasileiras, que reconhece e homenageia o trabalho de milhares de artesãos do país.

O Monampe apoia, convida e participará do evento online, nesta quarta-feira.

Com esta ação, serão apresentados ao público quatro novos selos postais que representam diversas rendas feitas em todo o Brasil.

O selo é fruto de uma parceria entre o Sebrae, o Centro SEBRAE de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), os Correios, o Programa de Artesanato Brasileiro (PAB), a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (SEPEC) e o Ministério da Economia.

O Monampe apoia a iniciativa e convida a todos os dirigentes de entidades, líderes, artesãos, empresários, empreendedores e amigos para acompanharem o evento online de lançamento, nesse dia 7 de julho, às 16 horas (horário de Brasília), no Youtube do Sebrae: https://www.youtube.com/watch?v=YCKznqigO80

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Brasil Mais: gestão, produtividade e crescimento

O Monampe apoia o programa Brasil Brasil, coordenado pelo Ministério da Economia, com gestão operacional da ABDI e execução pelo SENAI e SEBRAE. O Brasil Mais oferece a empresas soluções de baixo custo e de rápida implementação para melhorar a gestão, adotar tecnologias digitais, inovar processos e reduzir desperdícios.

Um webinar debateu gestão, produtividade e crescimento e nós destacamos aqui. Foi realizado pela Fecomércio-SP, na sexta-feira, 30 de abril, com a participação de associações, confederações e federações de empresas de todo o país, que puderam conhecer melhor a iniciativa do governo federal, que irá atender 120 mil micro e pequenas empresas até o final de 2022.

Para o presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da Fecomércio-SP, José Pastore, um dos palestrantes do evento, o programa é de grande importância para o comércio e serviço pois a grande maioria dos negócios nesse ramo é operada por pequenas empresas, que estão atrasadas no campo digital.

“A OCDE tem estudos mostrando que o país está muito atrasado no uso das ferramentas na área digital e que que há um espaço enorme para avançar, principalmente na área de comércio e serviços. O Brasil Mais vai colaborar muito com as empresas rumo a essa transformação digital”, afirmou.

O coordenador-executivo do Conselho de Comércio Eletrônico da Fecomércio-SP, Vitor Magnani, destacou que, segundo pesquisa da aceleradora Startup Farm, 74% das startups brasileiras fecham após cinco anos de existência. “Uma das razões é a dificuldade de monetizar o negócio. Outro estudo, da Fundação Dom Cabral, mostra que 70% das startups sobrevivem apenas cerca de quatro anos no Brasil”, afirmou.

De acordo com Magnani, a questão da pandemia corroborou a necessidade de as empresas digitalizarem seus negócios. “É necessária uma mudança cultural nos pequenos negócios. O Brasil Mais vai ajudar muito nesse processo. Nós esperamos que ele seja um programa perene”.

Em sua palestra, o subsecretário de Inovação e Transformação Digital do Ministério da Economia, Igor Nazareth, afirmou que o Brasil Mais foi criado justamente para atacar um dos maiores problemas que as empresas brasileiras enfrentam: a questão da produtividade. “É preciso quatro trabalhadores brasileiros pra produzir a mesma coisa que um trabalhador americano”.

Nazareth destacou que o programa brasileiro é o maior da América Latina e só há uma iniciativa no mundo, maior, que acontece na China. “Já atendemos sete mil empresas e outras 21 mil estão em atendimento. Atenderemos mais 22 mil ainda este ano”, disse.

Proprietário de duas lojas físicas, a empresária Andreza Ribeiro, de Ribeirão Preto (SP), também participou do webinar, dando seu depoimento sobre o programa. “Hoje eu consigo, graças ao Brasil Mais, me organizar melhor, pensar mais pra frente. As empresas que entram nesse tipo de projeto entram de uma forma e saem completamente diferentes. Você tem um profissional, à sua disposição, com custo zero, e com um nível de excelência”, afirmou.

Ela contou que, no início da pandemia, procurou o atendimento do programa e recebeu a visita de um Agente Local de Inovação (ALI) do Sebrae. “As melhorias que tive foram sobre organização, planejamento, questão financeira e sobre como colocar a empresa no digital. Eu acredito que a cabeça do empreendedor é uma fábrica de ideias e, com o direcionamento certo, a gente vai longe”.

Além de ter conseguido manter seu negócio durante a pandemia, Andreza abriu uma fábrica, e com todas as trabalhadoras mulheres. “Percebi que na minha cidade não havia oportunidade de trabalho para as mulheres que, ou tinham subempregos, ou iam atrás de trabalho em outras cidades. Busquei na pandemia uma oportunidade e formei um time só de mulheres”, contou.

Confira outras informações na página do programa Brasil Mais.

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