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As fintechs de crédito como opção para pequenos negócios

Em artigo anterior, tratamos sobre a diversidade de instituições financeiras que oferecem crédito e outros serviços para pequenos negócios. Bancos tradicionais, cooperativas de crédito, agências de fomento e fintechs são algumas das opções para empresas que buscam capital de giro ou recursos para investir.

Neste artigo, vamos aprofundar o papel e o impacto das chamadas fintechs de crédito, que atuam nos modelos de Sociedade de Crédito Direto (SCD) e Sociedade de Empréstimos entre Pessoas (SEP).

Esses dois modelos foram regulamentados pelo Banco Central em 2018, com o objetivo de aumentar a concorrência no mercado financeiro. Nas Sociedades de Crédito Direto, a fintech utiliza seu próprio dinheiro para fazer empréstimos a pessoas e empresas, geralmente por meio de plataformas digitais. Essas instituições são diferentes dos bancos porque não recebem depósitos dos clientes.

Nesse modelo, as operações de crédito com garantia têm ganhado mais espaço. Garantia é um bem ou direito que pode ser usado pelo credor em caso de atraso no pagamento. Exemplos comuns são imóveis e veículos.

Nem todo empréstimo exige garantia. Em geral, quando há garantia, os juros tendem a ser menores, já que o risco para quem empresta diminui. Dados da Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD) e da PwC mostram que o número de fintechs que aceitam garantias aumentou bastante: de 27% em 2019 para 77% em 2024.

Nas Sociedades de Empréstimos entre Pessoas, a fintech funciona como uma intermediária. Ela conecta, por meio de plataformas digitais, quem tem dinheiro disponível para emprestar com quem precisa de recursos, seja para o dia a dia da empresa ou para investir.

Assim como acontece nos bancos, a análise de crédito também faz parte do processo nas fintechs. Mesmo no modelo entre pessoas, essas empresas utilizam diferentes fontes de dados, incluindo informações dos birôs de crédito, para avaliar o risco das operações.

A atuação digital das fintechs permite atender empresas em diversas regiões e facilita a contratação, com menos burocracia. Além disso, surgiram plataformas que comparam condições de empréstimos entre diferentes instituições, ajudando empresas a escolher a melhor opção.

O crescimento dessas instituições também chama atenção. Segundo a mesma pesquisa da ABCD e da PwC, o número de empresas atendidas pelas fintechs cresceu 67%. Mais de 70% dessas empresas são micro e pequenas.

Ter mais opções de crédito é positivo, especialmente quando isso vem acompanhado de menos burocracia e condições mais competitivas. Diante dessa variedade, cabe aos pequenos empreendedores avaliarem qual tipo de crédito e qual instituição oferecem as melhores condições.

A escolha certa pode significar melhores condições de crédito e proporcionar uma vantagem importante para o crescimento do negócio.

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Cadastro Positivo: O Guia Completo para Micro e Pequenas Empresas

No cenário financeiro brasileiro, a concessão de crédito sempre foi desafiadora devido à desigualdade de informações entre quem pede e quem empresta. Para mudar essa realidade, o Cadastro Positivo surgiu como uma ferramenta essencial para promover a inclusão financeira e facilitar o crescimento das empresas.

O que é o Cadastro Positivo?

Diferente das “listas de negativados”, o Cadastro Positivo é um banco de dados que reúne o histórico de crédito e obrigações financeiras, quitadas ou em andamento, de pessoas físicas e jurídicas. Ele foca no comportamento do bom pagador, permitindo uma análise muito mais justa e personalizada.

O que consta no seu histórico?

  • Operações Financeiras: Inclui empréstimos, financiamentos e faturas de cartões de crédito.
  • Serviços Continuados: Pagamentos de contas de luz, água, gás e telefone.
  • Dados Detalhados: O sistema armazena o valor, a quantidade de parcelas, as datas de vencimento e as datas de pagamento.

A Diferença entre Cadastro e Nota de Crédito

É comum confundir os dois, mas eles não são a mesma coisa:

  1. Cadastro Positivo: É a fonte de informação sobre como você paga suas contas.
  2. Nota de Crédito (Score): É o resultado de uma análise que utiliza o Cadastro Positivo e outras fontes (como protestos e negativações) para calcular sua capacidade de pagamento.

Por que sua empresa deve utilizar o Cadastro Positivo?

Para as micro e pequenas empresas (MPEs) e Microempreendedores Individuais (MEIs), os benefícios são estratégicos:

  • Taxas de Juros Justas: Os juros passam a ser calculados de acordo com o perfil individual de cada pagador.
  • Melhores Prazos: Empresas com bom histórico podem negociar limites maiores e prazos estendidos.
  • Inclusão Financeira: Permite que brasileiros sem conta bancária provem sua idoneidade através de contas de consumo (luz/telefone).
  • Maior Poder de Negociação: Com uma boa nota, o tomador pode avaliar as melhores condições propostas por diversos agentes de crédito.

Segurança e Gestão de Dados

O sistema é regulamentado por leis federais e gerido por cinco birôs de crédito autorizados pelo Banco Central: Boa Vista, Quod, Serasa Experian, SPC Brasil e TransUnion.

A legislação protege sua privacidade, proibindo o uso de informações sensíveis e garantindo que o histórico completo só seja acessado por terceiros com sua autorização. Além disso, você tem o direito de solicitar correções de dados incorretos em até 10 dias.

Quer saber mais? Baixe o E-book Gratuito!

A Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC) elaborou uma publicação para ajudar você a dominar o Cadastro Positivo e usá-lo a favor do seu negócio.

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Quer saber mais sobre crédito? Acesse o site da ANBC – https://anbc.org.br/

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Dia 10 de abril tem XXIII Enampe, em Curitiba

No dia 10 de abril, Curitiba sediará o XXIII Enampe, o Encontro Nacional da Micro e Pequena Empresa.

O tema será “Fortalecer os Pequenos Negócios é Fortalecer o Brasil”.

Confira a programação e clique aqui para fazer a sua inscrição:

Dia 10/04/2026 – Sexta-Feira

09h30 – Abertura Oficial do XXIII ENAMPE – Encontro Nacional da Micro e Pequena Empresa

Ercílio Santinoni, Presidente da FAMPEPAR e da CONAMPE
Maurício Juvenal, Secretário Nacional de Ambientes de Negócios do MEMP
Vitor Roberto Tioqueta, Diretor Superintendente do Sebrae-PR
Luiz Lemos Leite,Fundador e presidente da ANFAC – Associação Nacional de Fomento Comercial e da FEBRAF – Federação Brasileira de Fomento Mercantil
Autoridades convidadas

10h30 – Palestra Magna

Palestrante: Maurício Juvenal – Secretário Nacional de Ambientes de Negócios do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Graduado em Comunicação Social e com MBA em Parcerias Público-Privadas, atuou em funções estratégicas na Prefeitura de Mogi das Cruzes como Secretário de Governo e Secretário de Gestão Pública, coordenando ações gerais, otimizando processos e liderando políticas de RH e tecnologia. Experiência também na Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado de São Paulo, focado em planejamento e execução orçamentária. Sua carreira é dedicada a impulsionar o desenvolvimento e a eficiência na Administração Pública.

11h30 – Palestra: Quem é Você

Palestrante: Jairo di Paula – Doutor em Psicanálise, escritor de 21 livros renomados como “Uma Marca Chamada Você” e “INCLUSÃO – mais do que um desafio escolar, um desafio social”, pesquisador, pós-graduado em Marketing Empresarial e Psicopedagogia, palestrante atuante nas áreas empresarial e familiar, especialista em educação e saúde mental

12h30 – Almoço

13h30 – Palestra: O Futuro é Delas: Liderança e Impacto dos Negócios Liderados por Mulheres

14h15 – Painel de Debates: Como usar a Inteligência Artificial nos pequenos negócios

15h30 – Painel de Debates: Os pequenos negócios e o sistema financeiro nacional

Palestrantes:

Elias Sfeir – Presidente da ANBC – Associação Nacional dos Bureaus de Crédito, Formado em engenharia pela Escola Politécnica da Universidade São Paulo (USP), pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e com MBA na Kellogg Business School – NWU

Heraldo Alves das Neves – Diretor Administrativo do BRDE – Banco Regional do Desenvolvimento do Extremo Sul. Economista com pós-graduação em finanças. Na Prefeitura Municipal de Curitiba, exerceu os cargos de Secretário de Planejamento e Administração, Secretário de Recursos Humanos e Diretor Administrativo e Financeiro da Agência Curitiba de Desenvolvimento S.A. Na Cidade Industrial de Curitiba (Curitiba S.A.) foi Diretor Técnico e na Companhia de Desenvolvimento de Curitiba S.A. foi gerente administrativo

Gustavo Emanuel Cejas – Diretor de Mercado da Fomento Paraná, pós-graduado em Planejamento e Gestão de Negócios, foi assessor da Governadoria, da Casa Civil do Estado do Paraná e diretor de Mercado e Novos Negócios da Invest Paraná, com atuação no desenvolvimento de novos negócios e expansão de mercado para os pequenos negócios.

16h45 – Coffee Break

17:00h – Painel de Debates: A Reforma Tributária e as propostas para o Simples Nacional

18h30 – Os novos desafios da Liderança

19h30 – Encerramento.

Marque já na sua agenda para participar deste evento, no dia 10 de abril.

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Vem aí o aumento da receita anual do MEI: R$ 130 mil

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (17) o regime de urgência para o Projeto de Lei Complementar 108/21, do Senado, que aumenta para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para enquadramento como Microempreendedor Individual (MEI). A proposta ainda autoriza o MEI a contratar até dois empregados.

Os projetos com urgência podem ser votados diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara.

Segundo o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a aprovação da urgência por unanimidade deixa “muito precisa” a vontade de se avançar no aumento do limite de valor para os microempreendedores. “Trataremos com os líderes, daremos a oportunidade de todos os envolvidos se manifestarem e, no momento oportuno, com o amadurecimento que a matéria requer, traremos ao Plenário”, disse.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei complementar

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Contatos com o Monampe (44) 99122-8715

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Entidades contábeis denunciam instabilidade no sistema da Receita Federal e pedem prorrogação do Simples Nacional

mpresas de contabilidade, microempreendedores individuais (MEIs) e pequenos empresários do Paraná enfrentaram dificuldades para aderir ao Simples Nacional nos últimos dias por causa de falhas e instabilidade no sistema eletrônico da Receita Federal. O problema levou o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis do Paraná (Sescap-PR) e a Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas do Estado (Fampepar) a formalizarem um pedido de providências ao órgão federal.

Em ofício enviado à Superintendência da Receita Federal da 9ª Região Fiscal, em Curitiba, as entidades relatam que, desde o início da última semana, profissionais da contabilidade vêm registrando lentidão, quedas no sistema e dificuldade de acesso ao portal, justamente no período decisivo para a opção pelo regime tributário.

O prazo oficial para adesão ao Simples Nacional e ao enquadramento do MEI terminou no dia 30 de janeiro, mas, segundo as entidades, milhares de empresas não conseguiram concluir o processo dentro do tempo previsto.

De acordo com o documento, o problema não é pontual. Relatos de escritórios e empresários indicam “enormes dificuldades” e indisponibilidade recorrente da plataforma digital, o que pode resultar em prejuízo financeiro, já que a não adesão ao regime simplificado implica enquadramento automático em tributações mais onerosas.

As entidades destacam ainda que a situação não decorre de erro do contribuinte ou dos profissionais de contabilidade, mas de falhas técnicas nos sistemas eletrônicos da Receita.

Diante do cenário, o Sescap-PR e a Fampepar solicitaram:

  • restabelecimento imediato dos sistemas;
  • reabertura do prazo de adesão;
  • prorrogação do período de opção ao Simples Nacional e ao MEI, pelo menos até 13 de fevereiro.

Segundo os presidentes das entidades, a medida é necessária para garantir segurança jurídica e evitar prejuízos a micro e pequenas empresas, responsáveis por grande parte da geração de empregos no estado.

O pedido agora aguarda posicionamento da Receita Federal.

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Crédito para MPEs no Brasil: evolução histórica, dados recentes e recorte regional

Nas economias modernas, o sistema financeiro promove o encontro entre concedentes e demandantes de recursos. As empresas que tomam crédito o fazem usando os recursos para viabilizar o giro do negócio e realizar investimentos produtivos.

Iniciamos hoje uma parceria de compartilhar melhores prática sobre como tomar e oferecer crédito com a CONAMPE por meio de materiais informativos e uma série de artigos no universo das micro e pequenas empresas. Para começar, apresentamos alguns números que dão a dimensão desse mercado no Brasil.

De acordo com dados do Banco Central, o saldo de crédito destinado a empresas chegou a R$ 2,61 trilhões em novembro de 2025. Essa cifra mostra o valor em aberto das operações de empréstimos e financiamentos feitos por meio do Sistema Financeiro Nacional (SFN). O detalhamento dos dados revela que 53,9% do saldo total foi destinado a grandes empresas e 46,1% foi destinado a micro, pequenas e médias empresas. Esse é o retrato mais atual da distribuição do crédito empresarial.

A evolução recente mostra que, no início da década, a participação das empresas de menor porte no saldo de crédito chegou a 34%, recuperando-se a partir de então, sobretudo com os programas de incentivo ao crédito durante a pandemia. Esse período foi, aliás, de crescimento acelerado do crédito para as empresas menores. Entre 2020 e o início de 2025, o crescimento médio anual do saldo de crédito para esse segmento foi de 16%, enquanto o de grandes empresas foi de 8%.

Os dados de inadimplência divulgados pelo setor dos birôs de crédito mostram que, à medida que o crédito avança, a quantidade de micro e pequenas empresas negativadas também cresce. Em outubro de 2025, esse número chegou a 8,2 milhões, com aumento de 25% na comparação com o mesmo o mês do ano anterior.

Mesmo com esses números mais recentes de crescimento do crédito, a maior parte dos pequenos negócios ainda lida com restrições a empréstimos e financiamentos. O fenômeno é observado no Brasil e no mundo, tendo sido destaque nas discussões do G20 em 2024, sob a presidência brasileira. Na ocasião, observou-se que os gargalos para a contratação de crédito dos pequenos negócios residiam na falta de garantias e de relatórios financeiros para a análise de crédito.

Analisando a percepção dos empresários, uma sondagem realizada em 2025 pelo Sebrae mostrou que, nos seis meses anteriores à pesquisa, 15% dos pequenos negócios fizeram a solicitação de um novo empréstimo. Os dados sugerem que a contratação de recursos é algo distante da rotina das pequenas empresas, que se limita aos recursos próprios.

Entre os que solicitaram crédito, quase metade conseguiu a liberação, sendo que os principais motivos para buscarem empréstimos foram: capital de giro (41%), compra de máquinas e equipamentos (29%) e reforma/ampliação do negócio (21%).

O estudo mostra que a região Nordeste lidera a busca de empresários por empréstimos (24%). Em seguida, aparecem as regiões Norte (20%) e Centro Oeste (18%), Sudeste (13%) e Sul (11%) Nota-se que, mesmo nas regiões onde o percentual de solicitações de crédito foi maior, os números ainda são baixos com relação ao total de MPEs no país.

A boa notícia é que desenvolvimentos recentes do mercado de crédito, sobretudo no Brasil, podem acelerar a transformação dessa realidade, tornando as modalidades de empréstimos e financiamentos mais acessíveis aos pequenos negócios. Nos últimos anos, houve um esforço regulatório que envolveu a sociedade civil e órgãos governamentais para modernizar o mercado de crédito brasileiro. Um dos frutos desse esforço foi o novo Cadastro Positivo, responsável por dar visibilidade a pessoas físicas e jurídicas no país.

Nas próximas edições, detalharemos alguns dos tópicos citados neste panorama, como os programas governamentais de incentivo ao crédito, o papel do avanço tecnológico, a importância da nota de crédito, entre outros temas. O objetivo é contribuir com informações para que as micro e pequenas empresas possam ter mais visibilidade sobre como buscar recursos para a expansão dos negócios ou para a gestão do fluxo de caixa.

Dado o potencial de crescimento das pequenas empresas, o crédito bem concedido, com o devido controle de risco, é uma porta que se abre para o desenvolvimento econômico e social do país.

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Do Surgimento à Liderança Nacional: A Trajetória do Monampe

A força das micro e pequenas empresas (MPEs) no Brasil não nasceu do acaso. Ela é fruto de uma construção histórica que começou a ganhar corpo por volta de 1980, quando o movimento associativista percebeu que a união era o único caminho para garantir a sobrevivência de quem move a economia real do país.

Uma Fundação com Propósito: 25 de Agosto de 1992

O marco definitivo dessa união ocorreu em 25 de agosto de 1992, no Rio de Janeiro. Naquela data, entidades representativas de micro e pequenas empresas de todo o país se uniram para fundar o Monampe. O objetivo era claro: centralizar e dar musculatura às demandas dos pequenos negócios, transformando vozes isoladas em um coro nacional impossível de ser ignorado.

Desde sua origem, o Monampe assumiu o protagonismo na luta pela aplicação dos artigos 170 e 179 da Constituição Federal. O foco sempre foi garantir que os princípios de tratamento diferenciado, favorecido e simplificado deixassem de ser apenas texto legal para se tornarem políticas públicas concretas, como a Lei Geral e o Simples Nacional.

Evolução para Instituto: Conhecimento e Desenvolvimento

Acompanhando as mudanças do mercado, o Monampe evoluiu. Hoje, consolidado como o Instituto para o Desenvolvimento da Micro e Pequena Empresa, atua como uma associação civil sem fins lucrativos, de direito privado e de interesse público.

Sua missão expandiu-se para além da defesa política, focando em:

  • Produção de Saber: Incentivar estudos, pesquisas e inovações que tragam benefícios reais ao dia a dia do empreendedor.
  • Educação e Informação: Promover eventos, palestras e cursos que democratizam o acesso ao conhecimento, essenciais para o equilíbrio social e econômico.
  • Fortalecimento Institucional: Motivar o crescimento tanto das empresas quanto de suas entidades representativas, criando uma rede de suporte indestrutível.
O Horizonte de 2026: Inovação e Resiliência

Ao chegarmos em 2026, o cenário para as MPEs exige a mesma combatividade de 1980, mas com novas ferramentas. As perspectivas para este ano apontam para:

  1. Consolidação Digital com IA: O Monampe atuará fortemente para que a inteligência artificial e a automação não sejam exclusividade das grandes corporações, mas ferramentas de produtividade para o pequeno empresário.
  2. Vigilância na Reforma Tributária: Com o novo sistema tributário entrando em fases decisivas em 2026, o Instituto permanece em Brasília e nas bases para garantir que o tratamento favorecido constitucional não seja diluído.
  3. ESG como Oportunidade: O foco será transformar a sustentabilidade em lucro, ajudando as MPEs a acessarem mercados que valorizam o impacto social e ambiental positivo.

“Com seus projetos e parcerias, o Monampe é, hoje, sinônimo de ação nacional em defesa de quem trabalha e produz.”

Faça Parte desta História

O desenvolvimento do Brasil passa, obrigatoriamente, pelo fortalecimento das micro e pequenas empresas. O Monampe convida você a ser protagonista dessa jornada.

Participe das nossas atividades por meio de sua entidade representativa ou de sua empresa. Juntos, transformamos o ambiente de negócios e garantimos um 2026 de crescimento sustentável para todos.

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Cadastro no DET é prorrogado até agosto para os microempreendedores individuais

O prazo para os microempreendedores individuais (MEI) realizarem o cadastro no DET (Domicílio Eletrônico Trabalhista) foi prorrogado até 1º de agosto. O DET está disponível no site do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Esse é o novo canal de comunicação entre os auditores fiscais do trabalho e os empregadores.

O cadastro deve ser feito mesmo pelo MEI que não tem empregado. A página solicita um endereço de e-mail para possibilitar recebimento de alertas. Quem perder o prazo do cadastro não estará sujeito a multas, no entanto pode sofrer consequências, caso não responda as notificações que, eventualmente, sejam feitas por meio do canal.

O cadastro de contatos no DET deverá ser feito por meio do endereço eletrônico do DTE, utilizando login e senha de sua conta Gov.br, com certificado digital (e-CPF ou e-CNPJ). Após a atualização do cadastro com os contatos, o empregador poderá outorgar poderes a um terceiro para acessar o DET em seu nome, por intermédio do Sistema de Procuração Eletrônica – SPE.

Unificação e notificações físicas

O presidente da Conampe, Ercílio Santinoni, que também preside a Fampepar, defende que todas as informações sejam unificadas no E-Social, reduzindo a burocracia e as obrigações dos MEIs.

Há consenso sobre a necessidade de evitar cadastros múltiplos para os MEIs e microempresas, favorecendo, simplificando e beneficiando estes empreendedores.

A ideia de ampliar a comunicação parece boa, mas a Conampe defende que o governo unifique a base de dados, evitando múltiplos cadastros, com prazos e multas.

“Os MEIs e as microempresas precisam da máxima simplificação possível nos seus processos, especialmente os microempreendedores individuais, a maioria sem pessoal contratado e com recursos administrativos mais limitados. A comunicação pode ser feita, mas a base de dados precisa ser unificada, em benefício dos empreendedores”, defende o presidente da Conampe.

Além disso, a Conampe e a Fampepar defendem que as notificações do Ministério sejam por carta ou que os fiscais ou as empresas contratadas pelo Ministério procurem entregar até mesmo presencialmente. E fica a pergunta a ser respondida: “O que o Ministério do Trabalho (MT) pode querer notificar MEI que não tenha empregado?”

Contatos com o Instituto Monampe:
E-mail: contato@monampe.com.br
WhatsApp (mensagens): (61) 99926-1900

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Assista o XXI Enampe ao vivo no canal Conampe do YouTube

O XXI Enampe já está sendo transmitido ao vivo no canal Conampe do YouTube.

Basta entrar no YouTube e digitar Conampe – ir para “eventos ao vivo”.

O evento será iniciado em breve, mas já está sendo transmitido.

Link – clique aqui

O evento está sendo transmitido direto do auditório do Sebrae/PR em Curitiba, à Rua Caeté, 150.

Bom evento a todos.

#Enampe #aovivo

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XXI Enampe será realizado no dia 19 de março, no Sebrae/PR, em Curitiba

O XXI Encontro Nacional da Micro e Pequena Empresa, o tradicional Enampe, será realizado no dia 19 de março, no Sebrae Paraná, à Rua Caetê, 150, em Curitiba. O evento, com tema “MERCADO E ESTRATÉGIAS DE VENDAS”, poderá ter participantes nas modalidades presencial ou online, permitindo a participação de pessoas de outros estados e até mesmo de outros países. Realização da Fampepar e do Sebrae/PR, com apoio do Monampe ao lado da Conampe, Faep, Fecomércio, Fiep, Fopeme, Seic/PR, Fomento Paraná/Governo do Paraná, Fempipar, Instituto Monampe e Anfac.

Veja programação, no site da Conampe, e faça a reserva da data e a pré-inscrição. Nós entraremos em contato, confirmando sua inscrição e encaminhando mais informações.

O XXI Enampe será aberto às 8h do dia 19 de março. O ministro Márcio França, do Ministério do Empreendedorismo, Microempresa e Empresas de Pequeno Porte (MEMP) é o convidado de honra para a abertura deste evento nacional.

A programação, na sua totalidade, tem convidados especialistas em suas áreas de atuação, com vivência profissional, técnica e empresarial em liderança e gestão. Os temas, palestras e painéis podem ser conferidos no site da Conampe, em evento – programação.

ESG – O tema é muito atual e especial para os empreendedores dos pequenos negócios. A palestra sobre o tema será feita pelo diretor Técnico do Sebrae Paraná, César Rissete.

ESG é environmental, social and governance, e corresponde às práticas ambientais, sociais e de governança de uma organização. O termo foi criado em 2004, em uma publicação do Pacto Global em parceria com o Banco Mundial, chamada Who Cares Wins. Os critérios ESG estão totalmente relacionados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pelo Pacto Global, iniciativa mundial que envolve a ONU e várias entidades internacionais. 

Dilemas do Empreendedor – O grupo de autores do livro “Entre Drones e Dinossauros” será responsável pelo delicioso e aguardando painel “Dilemas do Empreendedor”. A inovação, desafio constante, pode ser muito melhor realizada unindo juventude e experiência.

A moderação será do experiente, talentoso e premiado jornalista, escritos e professor José Nascimento, com a participação de “feras” como Adriana Cordeiro, Helena Merck, Karla Giacomet, Alexandre Conte, José Damigo Neto. Um painel absolutamente único, uma oportunidade rara. Na prática, imperdível!

Associativismo e Desenvolvimento – O tema, muito relevante, será abordado por uma autoridade em direito, gestão associativismo, o advogado Marcelo Cordeiro Alvarenga.

Ele compartilhará experiências nacionais e conhecimento mostrando que o associativismo, na prática, é elemento essencial ao desenvolvimento.

IA e o seu impacto nos negócios – O mestre em Direito das Relações Sociais, professor, palestrante e advogado, Rafael Lauria, vai abordar os impactos da Inteligência Artificial (IA), nos negócios.

No final do ano passado, ele participou de live da Conampe que teve um público online de mais de 1.200 pessoas.

Liderança estratégica – O tema será apresentado por Marçal Siqueira, jornalista, palestrante, com experiências na gestão das áreas estratégicas de recursos humanos, comunicação empresarial, responsabilidade social e eventos.

Ele é Professor de pós-graduação em várias instituições de ensino nas áreas de gestão de pessoas, marketing, negociação e comunicação empresarial.

Crédito – O painel com o importante tema “Crédito” terá como participantes:

Elias Sfeir – Presidente da ANBC – Associação Nacional dos Bureaus de Crédito.

Luiz Lemos Leite – Fundador e presidente da ANFAC – Associação Nacional de Fomento Comercial e da FEBRAF – Federação Brasileira de Fomento Mercantil, advogado, escritor e professor.

Heraldo Alves das Neves – Presidente da Fomento Paraná.

A magia do empreendedorismo – O encerramento promete ser muito mais do que uma palestra, será um show, com o professor e palestrante Rafael Baltresca, engenheiro eletrônico, especialista em Programação Neurolinguística [PNL]. É pesquisador de Psicologia Social e Psicanálise Aplicada a Negócios. Professor convidado de cursos de extensão – FGV. Ilusionista profissional desde 2001, professor de hipnose clássica, conferencista nos Estados Unidos, Espanha, Portugal, Argentina, Uruguai, Peru, Colômbia, Venezuela e Chile.
Rafael Baltreca é o primeiro hipnólogo brasileiro a se apresentar em Las Vegas, EUA.

Faça hoje mesmo a sua inscrição – não esqueça de dizer se participara de forma presencial ou online. Para conferir a programação, clique aqui.

Para contato com o Monampe, mande mensagem para o WhatsApp (61) 99926-1900.